Poema: Dia Happy em Leiria
A alegria teve um dia
Que rimou com Leiria.
As ruas dela mudaram,
Uma outra cor ganharam.
Alguns, poucos, sonharam.
Mais alguns concretizaram,
Muitos mais se espantaram.
Chegou cedo a madrugada,
Nunca Leiria teve tal alvorada.
A cidade viu sem se reconhecer,
Não conseguiu, de início, compreender
Mas, estranhado, lá disse por fim sim,
Disse-o sorrindo e brilhando assim:
Abriu-se aos balões, abraços e carinhos;
Alegrou-se com novas luzes nos caminhos;
Deixou-se inspirar pelas escrituras murais;
Recebeu elogios de atores e pivôs brutais.
Que rimou com Leiria.
As ruas dela mudaram,
Uma outra cor ganharam.
Alguns, poucos, sonharam.
Mais alguns concretizaram,
Muitos mais se espantaram.
Chegou cedo a madrugada,
Nunca Leiria teve tal alvorada.
A cidade viu sem se reconhecer,
Não conseguiu, de início, compreender
Mas, estranhado, lá disse por fim sim,
Disse-o sorrindo e brilhando assim:
Abriu-se aos balões, abraços e carinhos;
Alegrou-se com novas luzes nos caminhos;
Deixou-se inspirar pelas escrituras murais;
Recebeu elogios de atores e pivôs brutais.
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Micael Sousa
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Golpe de Estado na Cozinha
Teve um golpe quando tinha estado a governar. Mandava sempre sem olhar para si e para os outros. Um dia, enquanto corta e dirigia a cozinha, cortou-se. O seu estado mudou com o golpe.
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Uma busca livresca de final de tarde
Uma cidade corrida, quilometros percorridos, suores escorridos e um cansaço corporizado na busca por um livro. Talvez o amanhã o traga. Até lá fica a vontade de ver o que nele se fecha
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A contradição da consciência pecaminosa
Doía-me enquanto me satisfazia. Aquilo era errado. Mas quem me recriminaria? Ninguém, só eu! Mas ninguém valorizava mais a minha própria opinião que eu! Como faria dai em diante?
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Micael Sousa
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